sexta-feira, 21 de agosto de 2015

“COMEÇA hoje O FESTIVAL DE CULTURA E GASTRONOMIA TIRADENTES, já fui e recomendo.”

Evento ocorre entre os dias 21 e 30 de agosto e tem, como objetivo, celebrar a gastronomia brasileira e promover sua cadeia produtiva.

Começa no próximo dia 21 a 18ª edição do Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes, evento que cresce a cada ano e ajuda na movimentação da pequena cidade histórica do estado de Minas Gerais. Até o dia 30, o festival leva à cidade muitas atividades gastronômicas que permitem ao visitante conhecer um pouco mais da riqueza da culinária brasileira. Tudo isso baseado no resultado da pesquisa realizada durante Expedição Fartura Gastronomia, que percorreu mais de 60 mil km do Brasil, acumulando informações sobre produtores, produtos, chefs e tradições culturais das diferentes regiões do país.
Dentre os convidados estão as chefs Daniela Martin, Rosa Nunes e Márcia Pinchemel, que irão comandar alguns dos jantares do evento, além de renomados produtores como o premiado Guilherme Ferreira, que faz queijo da Serra da Canastra em Minas Gerais. E não são só os profissionais mais conhecidos que terão oportunidade de se promover durante o festival. Produtores locais de cachaça, doces e outras delícias nacionais também terão a oportunidade de apresentar suas fabricações para o público.
Uma grande novidade do evento é o intercâmbio que ocorrerá com o tradicional festival gastronômico da França, o Festival L'Etoile de Mougins. Ele será responsável por trazer chefs franceses para enriquecer essa experiência através de jantares e cursos ministrados por eles.
Com música, história e muita comida, o Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes é a oportunidade perfeita para aqueles que buscam não só conhecer uma cidade nova, mas também vivenciar novas experiências que podem ir muito além da gastronomia.
 Fonte: Casa & Comida



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

 Como é feita a verdadeira pizza napolitana


Frigideira Carioca dá algumas dicas de como fazer uma boa pizza, ou melhor, a VERA PIZZA NAPOLETANA — tradicionalíssima.
Confira abaixo:

Abrir a massa com as mãos:  ela deve ser um pouco mais fina no centro e ter de 1,5 cm a 2,0 cm de borda. Mas, nada de recheá-la!

Falando em recheio, não exagere na dose: a massa não cozinha como deveria quando há ingredientes demais sobre ela. O segredo é ter uma quantidade razoável de molho de tomate e não mais que 100 g ou 150 g de mozzarella de búfala. É preciso sentir não só o sabor da cobertura como o da massa e do molho.

Visualização dos ingredientes: o queijo não deve cobrir a pizza por inteiro. Além de não predominar no sabor, é muito importante enxergar todos os ingredientes.

O molho faz a diferença: utilizar ingredientes frescos é essencial. Um bom molho, feito com tomates San Marzano amassados sem tempero. Você pode acrescentar azeite e manjericão. Essa é a clássica Margherita.

Massa preguiçosa: toda massa de pizza precisa fermentar. A farinha utilizada também tem a sua contribuição. As italianas costumam ser mais leves e fermentam mais lentamente. A massa deve ser elástica e cheirosa. Ao sair do forno a massa deve estar levíssima e crocante. 
O forno: a temperatura influencia na maneira de assar a pizza. 

fonte: Veja
foto: leggera

domingo, 2 de agosto de 2015

FORNOS A GÁS OU LENHA PARA PIZZA, QUAL O MELHOR?
A boa pizza não sai mais do forno a lenha, como antigamente, nem o churrasco de verdade é feito no carvão. A novidade agora é o gás, cada vez mais usado em churrascarias e pizzarias – sem qualquer prejuízo do ponto de vista do sabor, segundo os defensores da mudança. Eles apoiam essa defesa em questões como preservação ambiental, higiene e temperatura mais uniforme, que permitiria um controle maior do cozimento da comida. De um lado, um número crescente de empresários de restaurantes vem aderindo a fornos “flex” (no qual o calor é gerado pelo gás) para assar pizza e grelhar churrascos em pedras vulcânicas. É o que faz Ademar Sguissardi, do Barbacoa, antecipando-se à escassez da lenhaO importante na hora de optar entre gás ou madeira, mas não há resposta simples para essa escolha.
Embora a lenha vinda de reflorestamento possa ser considerada fonte de energia renovável, pesam contra ela as dificuldades de armazenamento e os incômodos da fumaça, que exigem investimentos altos em filtros para reduzir os impactos nocivos.
Carbono – Equipamentos que utilizam gás, por outro lado, “têm maior eficiência energética, porém o balanço de carbono é negativo [relação entre a quantidade de carbono emitida e o reflorestamento feito para compensar a emissão]”, diz Carlos Eduardo Beduschi, da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo.
Gás – Clientes não sentem a diferença, afirma união de pizzarias
As pizzarias de São Paulo estão substituindo o uso da lenha por forno a gás. Um dos motivos é evitar empecilhos como o armazenamento, que exige muito espaço e é chamariz de bichos.
Outro é eliminar a emissão de fumaça que, mesmo depois de passar por processos de filtragem, ainda exala odor característico.
De acordo com Adilson Barboza, diretor da Associação de Pizzarias Unidas (SP), a mudança de método não altera o sabor da pizza: “os clientes nem percebem”.
Fonte: Folha de S. Paulo